Galo e sua esposa, Gessica, foram presos pouco depois de prestarem depoimento à Polícia Civil
O entregador de aplicativo e líder do movimento Entregadores Antifascistas, Paulo Roberto da Silva Lima, mais conhecido como Galo de Luta, recebeu decreto de prisão temporária na tarde de hoje, 28, após apresentar-se voluntariamente à Polícia Civil para prestar depoimento como um dos autores do incêndio da estátua do bandeirante Borba Gato na zona sul de São Paulo.
Em nota à imprensa publicada em sua rede social, a assessoria de Galo afirma que também foram decretados mandado de busca e apreensão na residência do entregador. A esposa de Galo, Gessica, acompanhou-o no depoimento e, embora não estivesse presente no ato do dia 24, também foi presa.
“Para aqueles que dizem que a gente precisa ir por meios democráticos, o objetivo do ato foi abrir o debate. Agora, as pessoas decidem se elas querem uma estátua de 13 metros de altura de um genocida e abusador de mulheres”, disse Galo durante o depoimento.
O casal está sendo acompanhado pela equipe jurídica Jacob e Lozano. Segundo informações do UOL, o advogado Jacob Filho se surpreendeu com a prisão de Gessica, que teria sido presa segundo ele por conta de o telefone de Paulo estar em seu nome.
#LiberdadeParaGaloEGessica
Texto por Victor R. Villa Real
Foto em destaque por Reprodução/Twitter Jornalistas Livres
